Sempre que olho um pouco no passado lembro de um fato que foi uma das maiores cagadas/coisas-do-destino que aconteceram comigo. Não é nada que seja passível de passar naqueles programas de histórias sobrenaturais vespertinos, mas é incrível. É uma prova que o destino existe, ou que o Espírito Santo é menor que eu imaginava. Então, vamos aos fatos.
Cá estava eu, em meados de 2007, preenchendo minha ficha de inscrição para a prova do Ifes, Cefet-ES na época, colocando nome, respondendo os questionários e coisas do tipo. Houve uma questão que eu tive muitas dúvidas, qual curso escolher. Como na verdade eu não sabia nada de nenhum dos cursos, resolvi escolher o curso que seria menos concorrido, Ferrovias -mecher com trenzinhos me parecia divertido na época-, então fui lá e coloquei o número 4, de lápis, caso eu mudasse de idéia até o outro dia pela manhã, dia que eu entregaria a ficha.
Lá pra hora de ir dormir, vem meu pai, olha minha ficha e manda eu trocar para o número 1, Eletrotécnica, como pra mim não fazia diferença, apesar deste ser o mais concorrido, troquei e fiz minha inscrição com o curso que meu pai escolheu.
A prova passou, chegaram os resultados e eu tinha feito 32 pontos, em 50. No curso que tinha me inscrito só passaria com 38. É aí que toda a história começa.
Meu amigo se inscreveu em Ferrovias e passou. Lá ele conheceu uma garota. Esta garota ficou amiga dele, e lá se foram todos os adicionamentos nas redes sociais da internet. Numa dessas redes ela viu minha foto entre os amigos do meu amigo e se interessou. Nos conhecemos, ficamos, namoramos e terminamos. E eu ganhei a melhor amiga que eu poderia ter ganho em toda minha vida.
Conclusão? Um número mudou todo o meu futuro. Se eu tivesse seguido minha opinião e colocado o número 4 na folha eu teria pego o lugar da minha amiga -ela passou em último lugar no concurso com 31 pontos-, não teria a conhecido e não teria vivido o que vivi com ela. Minha vida estaria completamente diferente.
Coincidência? Destino? Não sei. Mas o que aconteceu pra mim foi bom. Vou continuar esse clima de relembrando-o-passado jogando Street Figther II no meu celular.
Leandro Correa teve um surto de seriedade ao escrever isso. Não se acostumem. O destino que os trouxe aqui. Isto provavelmente deve mudar algo na sua vida. Pro-va-vel-men-te.
Selo um pouco de mim
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Ganhei um selinho super legal da Ballynha , onde devo dizer um pouco de mim em cinco revelações, completando as frases preparadas... Uau, ainda bem que são só cinco, ou vocês passariam a saber de toda a minha vida.

Bem, as cinco frases são:
1. Eu já...
2. Eu nunca...
3. Eu sei...
4. Eu quero...
5. Eu sonho...
E eu completei assim:
1. Eu já fui na loja com dez reais e falei pro tio: "Me vê tudo de bala!"
2. Eu nunca fui de brigar, mas sempre que podia arranjava uma briga com meu arquiinimigo x, que é meu vizinho, mas isso são águas passadas.
3. Eu sei que blogar não dá dinheiro, mas mesmo assim ainda persisto, fazer o quê? Eu gosto.
4. Eu quero ter dois São-bernardo adultos e todos os seus filhotes numa mesma casa. Enorme.
5. Eu sonho em trabalhar na Rede Globo com o Tio Willian Bonner . Ou com a Marjorie Estiano. Não sei porque, mas sou gamado nela.
Então... Repasso para meus amigos:
Até!
Banda D'Javu e derivados
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Se encaixando mais do que perfeitamente no estilo radio-music-babe e cada vez mais se espalhando por todo território nacional, a banda que vos falo vem conquistando milhões de fãs Brasil afora com seu surpreendente ritmo regional e letras que tocam no fundo do coração. É a Banda D'javú -com acento porque é Francês, ok-, que impregnou todas as rádios locais com o tecnobrega, que pra quem ainda lembra, ficou conhecido no país após o programa da Regina Casé, Central da Periferia.
Com letras que não desgrudam da cabeça como "Amor, por favor. Não desligue o telefone. Eu sou sua mulher, você é o meu homem"-esta inclusive tem até um prelúdio de rap entre os refrões. Se não fosse a voz de forrozeiro tradicional, eles concerteza estariam na playlist "From the Ghetto" do MTV Hits.
Deixando de lado todo o preconceito, não, não é a Banda D'javú que há de ser caçoada neste post por talvez ter algum gosto macabro ou doentio, mas sim um COVER que eles conseguiram, a Banda T'Javú, que é praticamente a mesma coisa, mas não vai conseguir o sucesso porque copia os amiguinhos. Isso é feio. Muito feio. mais feio que isso é só o clipe com a qualidade de Windows Movie Maker que eles fizeram:
Então, podem falar que vocês gamaram no clipe, na letra, no suingue e na sedução tremenda que a banda exalta, não?! Se vocês estiverem afim de ver mais coisas horrendas como essa, conhecerem algumas bandinhas novas ou se têm interesse por música em geral acessem o Horses Can't Dance e sejam felizes comigo. A coluna de músicas do naipe da T'Javú, From Trash Cans, é toda quinta.
Com letras que não desgrudam da cabeça como "Amor, por favor. Não desligue o telefone. Eu sou sua mulher, você é o meu homem"-esta inclusive tem até um prelúdio de rap entre os refrões. Se não fosse a voz de forrozeiro tradicional, eles concerteza estariam na playlist "From the Ghetto" do MTV Hits.
Deixando de lado todo o preconceito, não, não é a Banda D'javú que há de ser caçoada neste post por talvez ter algum gosto macabro ou doentio, mas sim um COVER que eles conseguiram, a Banda T'Javú, que é praticamente a mesma coisa, mas não vai conseguir o sucesso porque copia os amiguinhos. Isso é feio. Muito feio. mais feio que isso é só o clipe com a qualidade de Windows Movie Maker que eles fizeram:
Então, podem falar que vocês gamaram no clipe, na letra, no suingue e na sedução tremenda que a banda exalta, não?! Se vocês estiverem afim de ver mais coisas horrendas como essa, conhecerem algumas bandinhas novas ou se têm interesse por música em geral acessem o Horses Can't Dance e sejam felizes comigo. A coluna de músicas do naipe da T'Javú, From Trash Cans, é toda quinta.
Um dia incrível no shopping onde de tudo aconteceu
domingo, 25 de outubro de 2009
Tem como quase tudo que é possível de acontecer se dar em um só dia? Sim, tem como. Tudo, do mais besta ao impagável, aconteceu ontem comigo. Aliás, comigo o Patrick, a Larissa e a Marina.
Fomos para o shopping num popular GOL, um Grande Ônibus Lotado, e chegamos lá pelas tantas da tarde. O sol ainda rachava em nossas cabeças.
Ao entrarmos, a primeira coisa que as garotas fizeram foi pedir um sundae num famoso fast-food que começa com a letra M e acaba com acdonald's -não faço merchandise- e normalmente fomos andando até que fomos, eu e Patrick, tentados por elas a ir pegar mais um de graça, já que elas não tinham entregado a ficha.
E lá fomos nós. Como todo brasileiro, apaixonados porcarro barganhas, com toda minha cara de pau peguei o sundae tranquilamente como se tivesse comprado. Me senti o impostor do Pânico.
Depois, nem lembro porque, compramos uma daquelas raspadinhas de um real na loteria e não ganhamos nada. Como custava pouco, compramos outra, e assim, sustentados pelo vício no jogo, fomos até a sexta raspadinha, que a Larissa conseguiu ganhar e depois trocar em mais uma raspadinha -viciada- que, por falta de moedas, foi a última.
O tempo passou, comemos num fast-food que começa com a letra B e acaba com urguer King, recebi uma cantada horrível da tiazinha do caixa da farmácia, assistimos um filme no cinema e exatamente 86 segundos depois que o filme acabou estávamos na porta do shopping esperando o ônibus.
Num lance de segundos surgiu um cara atrás do Patrick, pegou o boné dele e saiu correndo. Todo mundo pasmou. Ninguém disse uma palavra. Aí Patrick vai e fala:
- Acho que eu conheço o amigo do amigo daquele muleque.
E um tempo depois, na hora que eu tava dando uma bronca no Patrick, falando que isso tinha acontecido porque agente tinha roubado o sundae, que as coisas tem volta, nos apareceu o muleque que roubou ele e o bonde todo dentro do ônibus gritando e falando com Patrick. Aí a coisa mais inesperada de todas aconteceu: o meliante devolveu o boné pela janela, no meio de uma discussão tremenda com seus amiguinhos.
Com um desfecho desses eu só consegui pensar numa coisa: Meu Deus, agora eu sei que você tenta dar lição de vida pras pessoas, mas o negócio tá feio. Tão burlando o sistema.
Fomos para o shopping num popular GOL, um Grande Ônibus Lotado, e chegamos lá pelas tantas da tarde. O sol ainda rachava em nossas cabeças.
Ao entrarmos, a primeira coisa que as garotas fizeram foi pedir um sundae num famoso fast-food que começa com a letra M e acaba com acdonald's -não faço merchandise- e normalmente fomos andando até que fomos, eu e Patrick, tentados por elas a ir pegar mais um de graça, já que elas não tinham entregado a ficha.
E lá fomos nós. Como todo brasileiro, apaixonados por
Depois, nem lembro porque, compramos uma daquelas raspadinhas de um real na loteria e não ganhamos nada. Como custava pouco, compramos outra, e assim, sustentados pelo vício no jogo, fomos até a sexta raspadinha, que a Larissa conseguiu ganhar e depois trocar em mais uma raspadinha -viciada- que, por falta de moedas, foi a última.
O tempo passou, comemos num fast-food que começa com a letra B e acaba com urguer King, recebi uma cantada horrível da tiazinha do caixa da farmácia, assistimos um filme no cinema e exatamente 86 segundos depois que o filme acabou estávamos na porta do shopping esperando o ônibus.
Num lance de segundos surgiu um cara atrás do Patrick, pegou o boné dele e saiu correndo. Todo mundo pasmou. Ninguém disse uma palavra. Aí Patrick vai e fala:
- Acho que eu conheço o amigo do amigo daquele muleque.
E um tempo depois, na hora que eu tava dando uma bronca no Patrick, falando que isso tinha acontecido porque agente tinha roubado o sundae, que as coisas tem volta, nos apareceu o muleque que roubou ele e o bonde todo dentro do ônibus gritando e falando com Patrick. Aí a coisa mais inesperada de todas aconteceu: o meliante devolveu o boné pela janela, no meio de uma discussão tremenda com seus amiguinhos.
Com um desfecho desses eu só consegui pensar numa coisa: Meu Deus, agora eu sei que você tenta dar lição de vida pras pessoas, mas o negócio tá feio. Tão burlando o sistema.
Decréscimo de inteligência coletivo
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Eu sempre começo escrevendo alguma frase que expressa minha opinião, mesmo que eu saiba que nada que eu fale vai interferir na vida de qualquer ser humano na face de Terra. Então hoje eu decidi começar o post de um jeito diferente. Aí eu comecei. E a parte diferente acabou aqui.
Esse mundo tá perdido, como eu sempre digo. Cada dia que passa vejo isso. Claro que vou falar do Brasil, já que graças a Deus o funk ainda não deu sua graça mundo afora - pelo menos não o funk que agente conhece, o carioca -, mas eu adoro falar que é o mundo que tá perdido. Tira um pouco o peso da consciência.
Então, como eu falei anteriormente e não me canso de repetir, o Brasil está se tornando uma terra de bandidos. A bandidagem é o que dá o status nas classes jovens atuais - a parte sem cérebro e sem futuro dela - e as novinhas do funk que vos são conhecidas são as que dominam as mentes dessa sociedade safadinha e serelepe que é a nossa.
Veja se há cabimento em uma situação dessas, enquanto os playboys da vida usam Cyclone - argh - os funkeiros estão andando por aí usando Ecko e Lacoste. Vulgarmente conhecidos por lá como Rinoceronti e Jacarézim.
Opiniões chulas à parte (minhas), eu vou continuar por aqui. Sem ouvir funk, sem usar Cyclone, Ecko ou Lacoste. Vou sustentar meu vício no Twitter mais uma vez.
PS: Muito obrigado a Ballynha pelo selo Indico Esse Blog, pela segunda vez eu recebi e estou no limite da minha incrédulidade em meu potencial.
Esse mundo tá perdido, como eu sempre digo. Cada dia que passa vejo isso. Claro que vou falar do Brasil, já que graças a Deus o funk ainda não deu sua graça mundo afora - pelo menos não o funk que agente conhece, o carioca -, mas eu adoro falar que é o mundo que tá perdido. Tira um pouco o peso da consciência.
Então, como eu falei anteriormente e não me canso de repetir, o Brasil está se tornando uma terra de bandidos. A bandidagem é o que dá o status nas classes jovens atuais - a parte sem cérebro e sem futuro dela - e as novinhas do funk que vos são conhecidas são as que dominam as mentes dessa sociedade safadinha e serelepe que é a nossa.
Veja se há cabimento em uma situação dessas, enquanto os playboys da vida usam Cyclone - argh - os funkeiros estão andando por aí usando Ecko e Lacoste. Vulgarmente conhecidos por lá como Rinoceronti e Jacarézim.
Opiniões chulas à parte (minhas), eu vou continuar por aqui. Sem ouvir funk, sem usar Cyclone, Ecko ou Lacoste. Vou sustentar meu vício no Twitter mais uma vez.
PS: Muito obrigado a Ballynha pelo selo Indico Esse Blog, pela segunda vez eu recebi e estou no limite da minha incrédulidade em meu potencial.
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